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Sáb, Mai

Fobos e Deimos, as luas de Marte, já foram tachadas de asteroides capturados. Mas a verdade está se revelando muito mais interessante do que isso. Esses satélites podem ser sobreviventes de um grande impacto que devastou metade da superfície de Marte há bilhões de anos.

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Essa origem violenta para os satélites foi detalhada em um novo artigo científico, que usou modelos numéricos para mostrar que uma colisão no passado marciano pode ter produzido diversas luas, muitas das quais já não existem mais. Essa hipótese soluciona muitos dos mistérios de Fobos e Deimos, e pode ser testada com simples buscas por evidências geológicas no planeta vermelho.

É fácil entender porque Fobos e Deimos foram considerados asteroides inicialmente - com 26 e 15 quilômetros de diâmetro, respectivamente, essas luas se parecem demais com rochas espaciais. Mas a hipótese de serem asteroides não se encaixa nas órbitas circulares e taxas de rotação dos satélites, que não podem ser produzidas pela baixa força das marés de Marte.

Outra possibilidade é que Fobos e Deimos tenham sido formadas a partir de pedaços que escaparam de Marte e de outros grandes objetos que colidiram com o planeta no passado. Essa hipótese é apoiada pela vasta bacia Borealis marciana, cujo tamanho e formato sugerem que foi golpeada por alguma coisa com milhares de quilômetros de comprimento.

Agora, uma série de simulações de computador reconstruíram uma sequência plausível de eventos desse impacto cósmico antigo até as luas marcianas de hoje. Na Nature Geoscience, uma equipe liderada por Pascal Rosenblatt do Observatório Real da Bélgica mostrou que dentro de poucas horas após o impacto, um disco enorme de detritos se formou ao redor de Marte. Uma grande lua rapidamente foi formada a partir do interior do disco, onde os detritos eram mais densos.

Em seguida, a força gravitacional da lua concentrou materiais na parte externa do disco, permitindo que pequenas luas como Fobos e Deimos se formassem. Mas a lua interna, possivelmente junto com muitos outros pequenos satélites, era instável. Ela quebrou, e milhões de anos depois seus pedaços caíram novamente na superfície de Marte.

Essa hipótese pode explicar várias características misteriosas de Fobos e Deimos, incluindo suas órbitas circulares, sua composição geológica incomum, e o fato de ambos os satélites terem um aspecto poroso, como barras de cereais que foram esmagadas dentro da embalagem. E diferentemente de muitas simulações no nosso sistema solar, essa pode ser testada ao caçarmos restos de uma lua antiga que caiu na superfície de Marte.

"A destruição de um objeto com centenas de quilômetros de diâmetro, alguns milhões de anos após a formação de Borealis, deixaria um registro profundo geológico," diz o astrônomo Erik Asphaug em um artigo na Nature News & Views.

Eu, por exemplo, espero que as muitas luas dessa hipótese da destruição realmente tenham existido. Não apenas isso adiciona um detalhe sangrento à história do nosso sistema solar, como também faz o destino final de Fobos ser ainda mais adequado à sua história.

Imagem: Labex UnivEarths / Université Paris Diderot

 

© MSN Ciência

Berlim, 2 mai (EFE).- Um grupo internacional de cientistas descobriu três planetas de tamanhos e temperaturas semelhantes às da Terra que orbitam ao redor de uma estrela anã ultrafria a apenas 40 anos luz da Terra, anunciou nesta segunda-feira o Observatório Austral Europeu (ISSO), desde sua sede alemã de Garching.

E quando a humanidade achava que já entendia tudo o que havia nas proximidades do espaço, uma nova descoberta acaba de surpreender (e envergonhar) um enorme número de cientistas pelo mundo todo. Isso porque, segundo um artigo publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, eles descobriram uma nova galáxia gigantesca orbitando nossa própria galáxia – como se tivesse surgido “do nada”.

Uma espaçonave alienígena resolveu aparecer e dar uma olhada nos primeiros passos da humanidade no espaço — pelo menos isso é o que os observadores de OVNIs pensam. Um objeto estranho, em forma de ferradura, apareceu na transmissão ao vivo da Estação Espacial Internacional — logo depois, a transmissão foi cortada.

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