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Dom, Abr


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Faltam cerca de dois meses para a Electronic Entertainment Expo (ou E3, para os mais íntimos) começar. Essa é uma ocasião na qual as grandes empresas aproveitam o espaço para falar sobre os games que serão lançados ao longo do ano e novidades futuras, e uma delas já definiu quando fará a sua apresentação: a Microsoft.

A Lomography lançou uma campanha no Kickstarter para financiar um projeto de fabricação de lentes similares àquelas usadas nos daguerreótipos do século 19, mas, nesse caso, compatíveis com as câmeras DSLR atuais. O projeto, que já superou a meta mais de cinco vezes, prevê a criação de peças que, de acordo com a fabricante, garantiriam aos fotógrafos a capacidade de registrar imagens com um aspecto mais artístico, difícil de capturar nas lentes tradicionais.

O Galaxy Note 5 é o celular mais popular do mundo, segundo dados do app AnTuTu Benchmark, famoso por comparar smartphones. O ranking tem como base o número de testes realizados por pessoas de vários países, sem relação com o volume de vendas. No primeiro trimestre de 2016, o celular da Samsung foi o mais testado no serviço, seguido de outros modelos da fabricante.

A feira de eletrônicos Chongqing Hi-Tech Fair, na China, apresentou ao mundo um possível pioneiro na área de vigilância e manutenção da lei: um robô que atua como guarda ou segurança e é capaz até mesmo de conter multidões e ferir bandidos.

O melhor antivírus para um computador é você. Sim, saber onde navegar e quais downloads realizar é a melhor forma de se manter longe de softwares maliciosos e cibercriminosos. Contudo, não há por que negar uma ajuda extra de um programa antivírus.

A avast! Software disponibilizou para download o avast! Free Antivirus 2016 v11.2.2732, nova versão do seu popular antivírus gratuito para Windows.

Um grupo de quatro estudantes do curso de Engenharia Química do Instituto Mauá de Tecnologia apresentou um dos projetos vencedores do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável Brasil, em sua 8.ª edição.

Fobos e Deimos, as luas de Marte, já foram tachadas de asteroides capturados. Mas a verdade está se revelando muito mais interessante do que isso. Esses satélites podem ser sobreviventes de um grande impacto que devastou metade da superfície de Marte há bilhões de anos.

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Essa origem violenta para os satélites foi detalhada em um novo artigo científico, que usou modelos numéricos para mostrar que uma colisão no passado marciano pode ter produzido diversas luas, muitas das quais já não existem mais. Essa hipótese soluciona muitos dos mistérios de Fobos e Deimos, e pode ser testada com simples buscas por evidências geológicas no planeta vermelho.

É fácil entender porque Fobos e Deimos foram considerados asteroides inicialmente - com 26 e 15 quilômetros de diâmetro, respectivamente, essas luas se parecem demais com rochas espaciais. Mas a hipótese de serem asteroides não se encaixa nas órbitas circulares e taxas de rotação dos satélites, que não podem ser produzidas pela baixa força das marés de Marte.

Outra possibilidade é que Fobos e Deimos tenham sido formadas a partir de pedaços que escaparam de Marte e de outros grandes objetos que colidiram com o planeta no passado. Essa hipótese é apoiada pela vasta bacia Borealis marciana, cujo tamanho e formato sugerem que foi golpeada por alguma coisa com milhares de quilômetros de comprimento.

Agora, uma série de simulações de computador reconstruíram uma sequência plausível de eventos desse impacto cósmico antigo até as luas marcianas de hoje. Na Nature Geoscience, uma equipe liderada por Pascal Rosenblatt do Observatório Real da Bélgica mostrou que dentro de poucas horas após o impacto, um disco enorme de detritos se formou ao redor de Marte. Uma grande lua rapidamente foi formada a partir do interior do disco, onde os detritos eram mais densos.

Em seguida, a força gravitacional da lua concentrou materiais na parte externa do disco, permitindo que pequenas luas como Fobos e Deimos se formassem. Mas a lua interna, possivelmente junto com muitos outros pequenos satélites, era instável. Ela quebrou, e milhões de anos depois seus pedaços caíram novamente na superfície de Marte.

Essa hipótese pode explicar várias características misteriosas de Fobos e Deimos, incluindo suas órbitas circulares, sua composição geológica incomum, e o fato de ambos os satélites terem um aspecto poroso, como barras de cereais que foram esmagadas dentro da embalagem. E diferentemente de muitas simulações no nosso sistema solar, essa pode ser testada ao caçarmos restos de uma lua antiga que caiu na superfície de Marte.

"A destruição de um objeto com centenas de quilômetros de diâmetro, alguns milhões de anos após a formação de Borealis, deixaria um registro profundo geológico," diz o astrônomo Erik Asphaug em um artigo na Nature News & Views.

Eu, por exemplo, espero que as muitas luas dessa hipótese da destruição realmente tenham existido. Não apenas isso adiciona um detalhe sangrento à história do nosso sistema solar, como também faz o destino final de Fobos ser ainda mais adequado à sua história.

Imagem: Labex UnivEarths / Université Paris Diderot

 

© MSN Ciência

Berlim, 2 mai (EFE).- Um grupo internacional de cientistas descobriu três planetas de tamanhos e temperaturas semelhantes às da Terra que orbitam ao redor de uma estrela anã ultrafria a apenas 40 anos luz da Terra, anunciou nesta segunda-feira o Observatório Austral Europeu (ISSO), desde sua sede alemã de Garching.

Uma espaçonave alienígena resolveu aparecer e dar uma olhada nos primeiros passos da humanidade no espaço — pelo menos isso é o que os observadores de OVNIs pensam. Um objeto estranho, em forma de ferradura, apareceu na transmissão ao vivo da Estação Espacial Internacional — logo depois, a transmissão foi cortada.

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